CIÊNCIAS SOCIAIS

CIÊNCIAS SOCIAIS

9 de dez. de 2015

PARA REFLETIR...


Da Bélgica a Gaza: O trajeto de um fuzil europeu até chegar às mãos de extremistas

Reportagem da BBC mostra como armamentos de ponta usados na guerra da Líbia foram levados para radicais palestinos

 Grupo que atua na Faixa de Gaza vem exibindo armas de última geração (Foto: BBC/Brigada Al Quds)

Há três anos, especialistas em armas identificaram um fuzil belga de última geração nas mãos de militantes islâmicos na Faixa de Gaza.
Mas como uma organização listada como terrorista pela União Europeia e pelos Estados Unidos conseguiu esse armamento? O especialista Nic Jenzen-Jones e o repórter da BBC Thomas Martienssen rastrearam a jornada do fuzil.
Em 2 de outubro de 2012, a Brigada Al-Quds, braço armado da Jihad Islâmica, tomou as ruas de Rafah, no sul de Gaza, para marcar o 17º aniversário do assassinato de um integrante do grupo pelo Mossad, o serviço de inteligência de Israel.
Trata-se de um evento anual - uma parada militar onde os integrantes costumam exibir armas e munições mais recentes. E certamente havia algo novo naquela parada de 2012.
Entre o arsenal habitual de fuzis AK, metralhadoras de antigos regimes comunistas do Leste Europeu e rifles chineses, havia dois fuzis automáticos bem mais raros naquelas bandas - o belga F2000 e o russo AK-103.
Até então, essas duas armas raramente eram vistas com um mesmo grupo. Mas na guerra civil na Líbia, um ano antes, um F2000 Standard com lançador de granada LG1 havia sido documentado nas mãos de grupos favoráveis ao ex-líder Muammar Khaddafi e, depois, de forças rebeldes - bem como uma variação do AK-103, o AK-103-2.
Então como essas armas chegaram à Líbia, e como foram de lá até Gaza? Um ex-rebelde líbio, que aqui será chamado de Ahmed, pode contar parte desta história.
A origem das armas
Após a queda de Trípoli para forças anti-Khaddafi, em agosto de 2011, a maior parte das facções rebeldes mudou o foco para o sul do país, para as cidades de Sirte e Sabha. Um dos últimos bastiões fiéis a Khaddafi, Sabha era o alvo seguinte para Ahmed e sua milícia.

A unidade de Ali e os dois rifles F2000 (à esq. e ao centro) (Foto: BBC/Divulgação) 
 A unidade de Ali e os dois rifles F2000 (à esq. e ao centro) (Foto: BBC/Divulgação)
Um F2000 nas mãos de um dos combatentes da milícia de Ali (Foto: BBC/Divulgação) 
Um F2000 nas mãos de um dos combatentes da milícia de Ali (Foto: BBC/Divulgação)
Mas os rebeldes chegaram tarde. Sabha foi liberada em 20 de setembro e eles só aportaram por lá dois dias depois. Perderam a maior parte da agitação, porém ouviram muitas histórias de um ex-estudante chamado Ali, jovem como Ahmed. Um desses casos era sobre um incidente registrado no dia anterior, no subúrbio sul de Sabha.
"Nós mantínhamos um checkpoint logo na saída de Sabha. Um carro chegou e o vidro se abaixou", disse Ali. "O homem disse ser um oficial da 32ª Brigada e pediu que o deixasse passar. Não tínhamos bandeiras revolucionárias na época, então eles devem ter pensado que éramos forças fiéis a Khaddafi."
Ali decidiu capturar o oficial e sua equipe, bem como seu armamento pessoal - dois modernos fuzis AK, uma pistola dourada e fuzis estranhos que chamavam, erroneamente, de "o FN francês".
Canais legais
A venda de armas belgas ao regime de Khaddafi havia sido acertada em maio de 2008.
A fabricante, FN Herstal, baseado em Liège, se comprometera a entregar 367 fuzis F2000 com lançador de granada, 367 submetralhadoras P90, 367 pistolas 5.7, 50 revólveres Browning "Renaissance", 30 metralhadoras leves Minimi, 2 mil lançadores não-letais FN 303 e mais de 1 milhão de diferentes munições. O pacote sairia por mais de 12 milhões de euros.
A ONU baniu a venda de armas à Líbia por muitos anos, mas o país africano voltou a ter algum crédito na comunidade internacional quando prometeu destruir suas armas químicas e descartar a produção de armamentos de destruição em massa. O embargo da ONU foi levantado em 2003, e um veto semelhante da Uniao Europeia caiu em 2004.
As armas belgas eram necessárias, segundo o governo da Líbia, para escoltar um comboio de ajuda humanitária até a conflituosa região de Darfur, no Sudão. A FN Herstal, maior exportadora de armas militares pequenas da Europa, diz que a venda foi legal, e que não foi a única empresa europeia a fazer negócios com a Líbia na época.
Em seis anos após o fim do embargo europeu, a União Europeia já havia concedido licenças de venda de armas para a Líbia no valor de 834 milhões de euros. Empresas no Reino Unido e na Itália estavam entre aquelas que aproveitaram a onda.
Em novembro de 2009, as armas do acordo belga desembarcaram na Líbia e foram equipar a 32ª Brigada, conhecida como brigada "Khamis" por ser comandada pelo filho mais novo de Khaddafi, Khamis Khaddafi.
Segundo a ONG Human Rights Watch, a brigada cometeria uma série de violações de direitos humanos, entre elas a execução sumária de 45 presos em Salahaddin, perto de Trípoli, em 23 de agosto de 2011.
Conexão russa
A Rússia também vinha fornecendo armas à Líbia.
No final de 2003 ou início de 2004 - pouco depois do fim do embargo - a Líbia havia começado negociações para comprar um leque amplo de armas e munições, incluindo armamento antitanque e sistemas de defesa aérea portátil (Manpads). Um desses acordos incluiu o fuzil automático AK-103-2.

A Brigada Al-Quds na parada em 2011 (Foto: BBC/Brigada Al Quds) 
A Brigada Al-Quds na parada em 2011 (Foto: BBC/Brigada Al Quds)

Um relatório obtido pela consultoria em inteligência Armaments Research Services (Ares), pela Human Rights Watch e por outras ONGs revelou que a Líbia fez pelo menos três pedidos por fuzis AK-103-2 em um contrato firmado em abril de 2004.
O primeiro pedido, em setembro de 2004, incluía 60 mil fuzis, cada um com quatro pentes, baioneta, kit de limpeza, alça e recipiente de óleo. Mas quando a guerra civil estourou na Líbia em 2011, já havia mais de 200 mil desses modernos fuzis espalhados pelo país.
Posteriormente, quando o conflito esfriou, Ahmed, Ali e seus companheiros combatentes entregaram a maioria de suas armas, incluindo um F2000, ao novo governo.
Última viagem
O segundo fuzil F2000 que Ali tinha capturado acabou sendo repassado a um traficante de armas em Misrata chamado Khaled, que estava angariando armamentos para doar a militantes na Faixa de Gaza.
Localizado pela consultoria Ares, por meio de uma fonte conhecedora do mercado de armas da Líbia, Khaled confirmou ter sido responsável por um envio de armas para Gaza, que incluiu um fuzil F2000 e um AK-103-2, entre outros modelos de AK-103, todos enviados gratuitamente.
"Enviamos para ajudar o povo de Gaza", disse ele.

Parada é usada por grupo radical palestino para exibir poderio bélico (Foto: BBC/Brigada Al Quds)Parada é usada por grupo radical palestino para exibir poderio bélico (Foto: BBC/Brigada Al Quds)
Assim como o fuzil belga FN Herstal F2000 tinha sido identificado incorretamente pelos rebeldes na Líbia como a "FN francesa", o AK-103-2 foi classificado em 2012 em Gaza como o "israelense Kalashnikov". Khaled e seus amigos se deleitaram ao fornecer a militantes palestinos o que imaginavam ser uma arma israelense.
A Brigada Al-Quds continua a exibir essas armas. O AK-103-2 e o F2000 foram documentados em sua posse em agosto de 2015. O grupo confirmou recentemente que ainda dispõe do F2000.
Fuzis F2000 também têm aparecido nas mãos de militantes islâmicos na Península do Sinai, no Egito. Como aqueles em Gaza e na Líbia, os modelos receberam o lançador de granadas LG1 debaixo do cano.
Talvez não seja surpresa, dado o volume importado pela Líbia, mas os fuzis AK-103-2 são comuns no interior do país - foram empregados no assassinato, pelo grupo autodenominado Estado Islâmico, de 30 cristãos etíopes na Líbia em abril - e têm proliferado por toda a região do Oriente Médio e norte da África.
Integrantes do Hamas têm sido fotografados com essas armas, assim como combatentes palestinos em comitês de resistência popular e na Frente Popular para Libertação da Palestina.
Relatórios de um painel da ONU sobre a Líbia indicam, entretanto, registros da presença do AK-103 também no Mali, na Tunísia e na Nigéria.
Mas muitas outras armas, não apenas o F2000 e e AK-103-2, foram saqueadas de estoques da Líbia ou dominadas por milícias durante a guerra civil da Líbia. O regime líbio tinha se armado até os dentes e seu rápido colapso no curto e sangrento conflito de 2011 fez do país uma grande liquidação de armas para militantes em todo o mundo.
Nic Jenzen-Jones é diretor da consultoria de inteligência Armament Research Services (Ares)
Fonte: Terra Notícias

2 de dez. de 2015

PARA REFLETIR....



Em Setembro o editor de Teologia Brasileira, Franklin Ferreira, falou no V Encontro Teológico da Igreja Batista do Morumbi-SP, que tratou do tema “Cristianismo, arte e cultura”, com Luiz Felipe Pondé, que lhe concedeu esta rápida entrevista.

1) O senhor foi ateu durante muito tempo. Hoje crê em Deus. Por que tal mudança?
Permaneço um ateu filosoficamente, no sentido de que não me sinto atraído ou necessitado de religião, apesar de não julgá-las uma experiência menor. Acho o ateísmo uma versão filosófica simplista. Interesso-me pela mística porque muitas vezes tenho a impressão de que o mundo é sustentado por alguma forma de beleza e misericórdia.
  
2) Qual a importância da Bíblia para o senhor?
Livro de sabedoria, memória ocidental, “lugar” onde tomamos conhecimento deste “personagem” Deus, que acho de uma elegância inigualável. Ler a Bíblia me acalma.

3) Quais os autores Cristãos que o senhor leu que foram mais significativos?
Santo Agostinho, literatura monástica, Pascal e Dostoievski. Aprendi um pouco mais acerca da minha humanidade lendo-os.

4) Há espaço para a fé Cristã na esfera pública?
Sim, se a população cristã eleger representantes que defendam valores a ver com a crença, mas jamais fundamentando-os em argumentos bíblicos porque o Estado é laico. Os cristãos devem encontrar formas de defender suas ideias dentro de um jogo conceitual sem referência a fé, mas usando termos da filosofia e do comportamento humano histórico.

5) Que livros o senhor julga importantes para formar uma mentalidade crítica frente à esquerda?
Pra começar, a coleção de cinco livros que acaba de sair pela É Realizações chamada Biblioteca de Crítica Social. Os livros de Roger Scruton são muito contemporâneos e úteis nesse debate.

6) Qual a importância da fé Cristã na civilização ocidental? 
Fundamento dela. A fé cristã é a cultura sobre a qual grande parte dos valores ocidentais se desenvolveram, como a ideia de igualdade entre os seres humanos, a ideia de caridade como amor social ao próximo, a ideia de pecado e autoconhecimento, a busca de uma verdade interior, e com isso se deu as bases da psicologia profunda, entre outras coisas.

7) Por que as esquerdas enfatizam tanto a noção da “privatização da fé” (laicização)? 
Para manter a religião diante da TV e do computador. Para garantir que a dogmática religiosa não invadirá o espaço público.

8) Em que o Cristianismo é superior à esquerda? 
Entre outras coisas pela sua sensibilidade a uma natureza humana sofrida e confusa, presente no conceito de pecado.

9) A teologia da libertação seria uma interpretação legítima da fé Cristã? 
Só no seu aspecto de herdeira do carisma profético hebraico de crítica social, não na sua hermenêutica marxista.

10) Quais serão suas próximas publicações?
Estou trabalhando num livro de História da filosofia para corajosos (título provisório), inspirado na crítica nietzschiana. Também pretendo escrever um livro sobre os Salmos, texto místico por excelência da Bíblia hebraica

Fonte: http://www.teologiabrasileira.com.br/teologiadet.asp?codigo=471

24 de nov. de 2015

PARA REFLETIR...



Putin diz que países do G20 financiam o Estado Islâmico
 Da Agência Lusa

O Presidente russo, Vladimir Putin, disse hoje (16) que pelo menos 40 países financiam o grupo autointitulado Estado Islâmico, entre eles alguns membros do G20. “O financiamento, como sabemos, provém de 40 países, entre eles vários países do G20”, disse Putin numa entrevista à imprensa, na cidade turca de Anatólia.
Putin afirmou ainda que durante a reunião de Cúpula do G20, na Turquia, deu vários exemplos sobre “o financiamento a várias unidades do Estado Islâmico por pessoas identificáveis”.
Segundo o presidente russo, na reunião foi abordada a necessidade de se cumprir a resolução sobre prevenção ao financiamento do terrorismo adotada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, por iniciativa da Rússia.
Putin disse que apresentou imagens captadas por aviões espiões em que se “mostra claramente a magnitude que atinge o tráfico ilegal de petróleo” por parte do Estado Islâmico. “As imagens mostram as colunas de caminhões tanques que se estendem por dezenas de quilômetros”, afirmou referindo-se ao tráfico de petróleo bruto que financia o califado.
O presidente russo disse que depois de terem negado cooperação à Rússia na luta contra o extremismo na Síria, todos os países, incluindo os Estados Unidos, estão agora tomando consciência de que o terrorismo só pode ser combatido com o envolvimento de todos os países. “Os trágicos acontecimentos” ocorridos em Paris “confirmam que temos razão” ao propor uma coligação antiterrorista internacional, acrescentou.
Putin pediu para que se deixe de discutir a eficácia da operação aérea russa contra as posições do Estado Islâmico na Síria e reunir esforços contra o terrorismo para prevenir os atentados em todo o mundo.
“Lamentavelmente, ninguém está a salvo dos atentados terroristas. Por exemplo, a França estava entre os países que mantinham uma postura muito firme contra o presidente, Bashar al Assad”, afirmou. Isso salvou Paris dos ataques terroristas? Não”, acrescentou.
“Parte da oposição armada síria considera possível iniciar ações armadas contra o Estado Islâmico caso sejam apoiados pela Força Aérea e nós estamos dispostos a prestar-lhes apoio”, disse.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2015-11/putin-diz-que-paises-do-g20-financiam-o-estado-islamico

21 de out. de 2015

Reflexões... por que se faz necessário refletir sobre esse momento político.
Os poderosos desprezam o povo, e querem somente se manter no poder. É preciso evitar esse elitismo na política e elegermos de fato nossos representantes. A política exige a participação de todos, deve ser democrática na sua maneira de fazer e no seu conteúdo. É preciso que as decisões e ações sejam em favor do bem comum. A política é uma ação ética e deve ser orientada por valores morais sendo fundamentalmente um serviço ao bem comum. Ao escolhermos um Partido, devemos ver se ele de fato está prestando um serviço ao povo. O Partido é uma ferramenta para servir o povo.





 ___________________________________________________________________________________

Comentários de Carmem: Ainda bem que, para o bem do Brasil e do mundo, existem pessoas que, como a minha pessoa, torcem pela sua nação acima de qualquer partido político... por isto eu digo: eu sou brasileira....  


PARA REFLETIR...

https://youtu.be/lXnouKLCt-g
 
 
 
 https://youtu.be/h8yH6JiWKMY

20 de out. de 2015

PARA REFLETIR....


https://youtu.be/AkfH37CXc2Q




https://youtu.be/z6VNtbSwPoA



https://youtu.be/NwUAm-vM9Mk


https://youtu.be/p7-_hL9erQM



https://youtu.be/PAzENvUedxA

6 de out. de 2015

APLICATIVO BRASILEIRO RECEBE PRÊMIO DO BID...



O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) elegeu a startup de gestão pública colaborativa das cidades brasileiras como A Inovação Tecnológica de Maior Impacto de 2015 e também a de maior potencial de globalização de 2015. O Colab.re recebeu o título no último dia 29 durante cerimônia no Demand Solutions, evento anual sobre inovação que ocorre na sede do banco em Washington, nos Estados Unidos.

O vencedor foi nomeado por um júri de especialistas em empreendedorismo, inovação e crowdfunding, entre outras áreas, que julgaram o potencial da ferramenta em melhorar a vida das pessoas na América Latina. “Diferente da verticalização dos canais tradicionais do governo, a nossa rede social é uma ferramenta de comunicação em rede, baseada na transparência, que dá empoderamento ao cidadão para a melhoria da qualidade de vida nas cidades”, defende Bruno Aracaty, cofundador do Colab.re, sobre os diferenciais de seu projeto frente as 200 startups de 19 países que participaram da disputa.

Durante o Demand Solutions, o Colab.re também participou de rodada de negócios e de mentoria criativa junto a investidores estrangeiros e outros 15 empreendedores do continente. Essas atividades serão coordenadas pelo BID e têm o envolvimento de especialistas em inovação, empreendedores e estudantes. “Vários empreendedores de fora do país têm nos relatado a importância de iniciativas como a nossa para o desenvolvimento sociopolítico em toda a América Latina. A conquista do prêmio foi um importante passo para a internacionalização do Colab.re ”, destaca Aracaty.

Além do prêmio conquistado ontem, a Colab também foi eleita este ano pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das cinco melhores plataformas digitais de governo e participação do mundo.

SOBRE COLAB.RE – O Colab.re permite o cidadão fiscalizar, propor melhorias e avaliar instituições e serviços públicos, como energia elétrica, iluminação e saneamento básico, entre outros. As demandas geradas são acessadas pelos órgãos responsáveis, para que possam interagir com o cidadão de forma transparente e tomem decisões com base na participação das pessoas. Criado em 2013, a ferramenta tem mais de 100 mil usuários cadastrados responsáveis por mais de 25 mil publicações. Mais de 80 cidades no Brasil já aderiram ao Colab.re como canal oficial de relacionamento no ambiente digital, entre elas Curitiba (PR), Niterói (RJ), Porto Alegre (RS), Natal (RN), Santos (SP), Campinas (SP), Teresina (PI), Salvador (BA), além de órgãos como a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República e o INCRA. Nestes casos, o índice de soluções dos casos reportados é de 70%. Eleita uma das cinco melhores plataformas digitais de governo do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Colab.re está disponível na web (www.colab.re) e em aplicativo móvel nas versões Android e iOS.