CIÊNCIAS SOCIAIS

CIÊNCIAS SOCIAIS

10 de mar. de 2017

PARA REFLETIR...


http://www.politicos.org.br/


Quanto ganha um Deputado Federal?

Câmara dos Deputados. Foto: Luis Macedo
Quanto ganha um deputado federal


Altos salários, auxílio-moradia, verba de gabinete… muitos são os benefícios garantidos a um parlamentar brasileiro. Você tem ideia de quanto tudo isso custa aos cofres públicos? O Politize! te explica tudo o que você precisa saber sobre os privilégios assegurados a quem ocupa o disputado cargo de deputado federal.


Quanto é o salário de um deputado federal?



Atualmente, cada deputado federal recebe um salário bruto de R$ 33.763,00, valor superior ao recebido pelo Presidente da República, pelo vice-presidente e pelos Ministros de Estado, que ganham R$ 30.934,70 mensais.
Essa quantia coloca os deputados federais brasileiros entre os parlamentares mais bem pagos do planeta. No ranking elaborado pela revista The Economist, o Brasil ocupa a quinta colocação entre 29 países citados. Nossos parlamentares são também os mais bem pagos da América Latina, seguido por Chile, Colômbia e México. A lista, contudo, considera apenas a renda base, sem levar em conta outros benefícios remunerados.
Mas o valor do rendimento mensal dos deputados federais pode estar prestes a mudar. Em novembro de 2016 a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou a proposta que reduz o salário dos deputados federais e senadores para R$ 26.723,13, por tempo indeterminado. O texto agora segue para plenário e, se aprovado, será enviado à Câmara dos Deputados, onde também precisa ser aprovada para ter força de lei.
O pagamento do salário mensal é condicionado ao comparecimento do deputado às sessões deliberativas do Plenário e o registro nas votações realizadas. Assim, se um deputado federal não justifica ausência em uma votação, terá parte do seu salário descontado. Além disso, a ausência não justificada em ⅓ das sessões ordinárias de cada sessão legislativa pode acarretar perda de mandato.
As ausências são justificadas se o parlamentar estiver em missão oficial dentro ou fora do país, em casos de doença comprovada por atestado, licença maternidade e licença paternidade ou, ainda, falecimento de pessoa da família até o segundo grau civil e acidente.

Quais são os outros benefícios dos Deputados Federais?





quanto ganha um deputado federal

1) Auxílio-moradia e imóvel funcional



A Câmara dos Deputados possui 432 imóveis funcionais sob sua administração, concedidos aos deputados federais em efetivo exercício do mandato e a partir de alguns critérios pré-definidos, como idade e quantidade de moradores. Os portadores de necessidades especiais têm prioridade.
Segundo as regras, o imóvel é destinado exclusivamente à residência do deputado ocupante e seus familiares, sendo proibida a cessão ou transferência a terceiros. Além disso, o mesmo deputado não pode ocupar mais de uma unidade residencial.
Aos deputados federais que não conseguirem um dos imóveis funcionais disponíveis, é concedido um auxílio-moradia no valor de R$ 3.800,00. Os benefícios de moradia são destinados aos deputados que não possuem residência em Brasília. Entretanto, em 2014, o jornal Estado de Minas apurou que 19 parlamentares recebiam o benefício mesmo possuindo casas ou apartamentos na cidade.

2) Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap)



É um valor destinado para cobrir despesas relativas ao exercício do mandato, como passagens aéreas, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, hospedagem, combustível, contratação de serviços de segurança e consultoria, entre outros.
A cota funciona por meio de reembolso e seu valor depende do estado de origem de cada deputado, variando entre R$ 30 mil e R$ 45 mil. Isso porque leva em conta o preço das passagens aéreas de Brasília até a capital do estado pelo qual o deputado foi eleito. O saldo não utilizado pelo deputado em determinado mês acumula-se ao longo do exercício financeiro, ou seja, o período que vai de 1º de janeiro a 31 de dezembro, não sendo acumulada de um exercício financeiro para o seguinte.


3) Verba destinada à contratação de pessoal



É um valor de R$ 97 mil mensais, destinados à contratação de até 25 secretários parlamentares, cuja lotação pode ser no gabinete ou no estado de origem do deputado.

4) Despesas com saúde




O deputado federal tem direito a ressarcimento integral de todas as despesas hospitalares relativas a internação em qualquer hospital do país, caso não seja possível atendimento no serviço médico da Câmara.
Além disso, o deputado federal recebe também uma verba equivalente ao valor do seu salário no início e ao final do mandato, para compensar gastos com a mudança. Somados, o salário e os benefícios de cada deputado chegam a aproximadamente R$ 168,6 mil por mês. Juntos, os 513 deputados custam em média R$ 86 milhões ao mês, e a um custo anual de R$ 1 bilhão.
Nem todos os benefícios dos deputados federais são de natureza monetária. Uma das vantagens do cargo é o direito ao foro privilegiado, um mecanismo que garante ao deputado o direito de ter uma ação penal contra si julgada por tribunais superiores, e não pela justiça comum. Existem outras imunidades parlamentares, que você pode conferir aqui.
Quer aprender ainda mais? Confira então o que faz um deputado federal!
Se quiser reforçar o aprendizado deste conteúdo, assista ao seguinte vídeo:

https://youtu.be/hBpoqKVP-Pg

Fonte: http://www.politize.com.br/quanto-ganha-deputado-federal/

8 de mar. de 2017

PARA REFLETIR...



Precarização e intensificação do trabalho ampliam casos de LER/Dort

Publicação do Ministério da Saúde, LER/Dort: dilemas, polêmicas e dúvidas.

No Dia Internacional de Combate às Lesões por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, pesquisadoras da Fundacentro alertam sobre processo produtivo adoecedor


Por ACS/C.R. em 28/02/2017


Em 28 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional de Combate às LER/Dort (Lesões por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). A data chama atenção para este adoecimento que atinge milhões de brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada em 2013, 3.568.095 pessoas com mais de 18 anos declararam ter recebido diagnóstico médico de LER/Dort. Esse número corresponde a 2,29% da população estimada pela pesquisa.
Buscando contribuir para a reflexão sobre esse tema, a médica Maria Maeno, a psicóloga Daniela Tavares e a ergonomista Cristiane Queiroz produziram um artigo em que analisam a ocorrência das LER/Dort, os motivos desse adoecimento e ainda apresentam as estatísticas da PNS e dos Anuários Estatísticos da Previdência Social (AEPS), considerando as diferenças dessas bases de dados.
“Se tomarmos como referência a PNS, segundo a qual mais de 3,5 milhões de pessoas referiram que tinham tido diagnóstico médico de LER/Dort e o maior registro dessas afecções pela Previdência Social, de pouco mais de 145 mil em 2008, fica fortemente sugerida uma discrepância muito grande”, afirmam as pesquisadoras da Fundacentro.
“Embora em relação às LER/Dort não se tenha feito essa comparação por falta de dados na PNS sobre o ano de diagnóstico, os dados dos AEPS e os relatos de trabalhadores, suas entidades sindicais, profissionais de segurança e saúde no trabalho das empresas nos permitem afirmar que a subnotificação é significativa”, completam.
Os trabalhadores até conseguem o diagnóstico médico de tendinites e tenossinovites, por exemplo, mas a relação com o trabalho, na maioria das vezes, é omitida. “O Sistema Único de Saúde (SUS), cujos profissionais não têm vínculo com as empresas, poderia então, atuar de forma efetiva, como preconiza o protocolo do Ministério da Saúde. No entanto, sabotado pelos que veem na saúde um excelente meio de lucrar e sem um verdadeiro apoio da sociedade, o SUS não se constitui em uma rede potente de diagnóstico de doenças ocupacionais”, apontam.
Quando se encontram incapacitados para o trabalho, os trabalhadores são encaminhados, geralmente, sem a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Intensificação do trabalho
As LER/Dort ganharam visibilidade nos anos 1990 a partir da integração de movimentos promovidos pelas entidades sindicais de trabalhadores e da produção de textos científicos sobre o tema. Nessa época, surgiram os primeiros protocolos dos então ministérios da Saúde e da Previdência Social.
Apesar das conquistas normativas, as transformações do mundo do trabalho levaram a terceirizações, intensificação e ritmo acelerado de trabalho. Os trabalhadores sofrem com metas inatingíveis, avaliações de desempenho com repercussões sobre a remuneração, humilhações, sensação de impotência e assédio moral. As consequências à saúde vêm dos desgastes físicos e psíquicos a que são submetidos os trabalhadores.
Neste cenário, os processos produtivos e de serviços que mantêm a exigência de movimentos repetitivos se destacam na ocorrência de LER/Dort. Linhas de montagem e embalagem, frigoríficos, bancos, teleatendimento, entre outros, geram desgaste e ocorrência de afecções musculoesqueléticas crônicas, incapacitantes e acompanhadas de sofrimento e transtornos psíquicos.
Mas a intensificação e a precarização do trabalho atingem todos os setores, inclusive o público. “No setor público, a diminuição de concursos e aumento de terceirizados, acompanhados pela invasão da lógica da gestão privada, impõe uma realidade na qual os trabalhadores enfrentam prescrições inexequíveis, uma máquina emperrada pela burocracia, um processo de avaliação de desempenho voltado a punições disciplinares e uma penalização salarial, sem que se reflita sobre a missão do poder público de garantir os direitos de cidadania conquistados na Constituição Federal”, alertam as autoras.
É fundamental para se prevenir esse tipo de adoecimento que se alterem os fundamentos da gestão e organização do trabalho. O trabalhador precisa ter autonomia e seus limites respeitados. Seria necessário trilhar um caminho inverso ao que se vem construindo, pensando também na construção de políticas públicas e na preservação dos direitos sociais.
“As reformas trabalhista e previdenciária, ora em questão no país, trazem apreensões para os segmentos sociais que se preocupam com o aprofundamento da precarização do mundo do trabalho, com a fragilização do arcabouço de proteção à saúde do trabalhador, e consequentemente com o provável aumento do número e gravidade dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho”, concluem as pesquisadoras da Fundacentro.
Leia o artigo na íntegra
Fonte:  http://www.fundacentro.gov.br/noticias/detalhe-da-noticia/2017/2/precarizacao-e-intensificacao-do-trabalho-ampliam-casos-de-lerdort

7 de mar. de 2017

RETIRANDO DO BAÚ-18...





“NÃO TEM PROBLEMAS PORQUE AO LEVANTARMOS A BANDEIRA DA REPÚBLICA COM OS DIVERSOS MOVIMENTOS LIBERTÁRIOS QUE FIZEMOS NOS FORAM SUBTRAÍDOS DE FORMA AUTORITÁRIA ALAGOAS, JUAZEIRO DA BAHIA,  ETC!

O IMPORTANTE É QUE NÓS PERNAMBUCANOS(AS) AO OLHARMOS PARA A HISTÓRIA DO BRASIL HÁ DUZENTOS ANOS PASSADOS VEMOS E SABEMOS QUE SOMOS PAIS E MÃES DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E ESTA REALIDADE, VERDADE E FATO HISTÓRICO NINGUÉM TOMA DE NÓS, PERNAMBUCANOS(AS)!”

Ass. Carmem...



A Capitania de Pernambuco abrangia os atuais estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Alagoas e o Oeste da Bahia. Pernambuco foi a capitania mais rica da América Portuguesa.


Pernambuco: Revoluções e perdas territoriais...


"A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem: a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las"...(Santo Agostinho).



O território é mais do que uma simples divisão administrativa. Na análise do território, os aspectos geológicos, geomorfológicos, hidrográficos e recursos naturais ficam em segundo plano, visto que sua abordagem privilegia as relações de poder estabelecidas no espaço. Sendo assim, através de relações de poder, são criadas fronteiras entre países, regiões, estados, municípios, bairros e até mesmo áreas de influência de um determinado grupo.

Pernambuco parece pequeno comparado a vários estados do Brasil. Todavia,  já foi bem maior, em território e em área de influência. A capitania, em seu auge territorial, abrangia os atuais estados federativos de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e a porção oeste do atual estado da Bahia, área até então conhecida como Comarca do São Francisco.

Entre 1630 e 1654, a então capitania tinha sido governada pelos holandeses. Os invasores foram expulsos pelos pernambucanos, que, em vez de proclamar independência, optaram por voltar a ser colônia de Portugal. Ao fazer isso, eles se sentiram bastante autônomos.

Os comerciantes estrangeiros que aportavam no Recife traziam um bocado de novas idéias. E algumas delas não combinavam em nada com a situação colonial: como os princípios de liberdade e igualdade que haviam inspirado a independência americana, em 1776, e a Revolução Francesa, em 1789.

Quando esses ideais se juntaram à indignação diante dos impostos, o caldeirão revolucionário começou a ferver. Entre 1817 e 1824, a província se manteve em estado de rebeldia constante, tornando-se uma pedra no sapato do rei português Dom João VI e, depois, do imperador brasileiro Dom Pedro I.

Em 1817, os pernambucanos ingressam no clima da Revolução Francesa, na Independência dos Estados Unidos e nas lutas pela emancipação da América Hispânica. A corte portuguesa estava estabelecida no Brasil, no Rio de Janeiro, e limita os poderes das províncias.

No mesmo ano a Revolução Pernambucana se iniciou, e durou 70 dias. A punição do Príncipe Regente D. João  aos revoltosos incluiu perdas de território da província. Pernambuco perdeu toda a área conhecida como Comarca de Alagoas. O decreto foi assinado em 16 de setembro de 1817.

Em março de 1824, D. Pedro I dissolve a Assembléia Constituinte e outorga a Constituição. As elites de Pernambuco contestam a legitimidade do ato. E em 2 de julho de 1824, os revoltosos  proclamaram a independência da província de Pernambuco, que convidou outras províncias para que se unissem a mesma e formassem a Confederação do Equador.  O país seria formado pelas províncias do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Paraíba e Pernambuco. Não dura muito e, em setembro de 1824, a revolta é sufocada.
Pernambuco perde o território da Comarca do São Francisco, como punição ao desencadeamento do movimento separatista. D. Pedro I anexou o território provisoriamente a Minas Gerais e, em 1827, ao Estado da Bahia.

A tradição republicana de Pernambuco lhe trouxe perdas territoriais.  Todavia, as revoluções protagonizadas pelos pernambucanos, de fato,  anunciaram percepções essenciais num processo de independência de colônias: o antagonismo entre colonizados e colonizadores.

Hoje, o estado de Pernambuco, possui uma área de 98.312 km² e faz limite com a Paraíba, Ceará, Alagoas, Bahia e Piauí. e tem como parte de seu território o arquipélago de Fernando de Noronha, a 545 km da costa.


Fonte: http://profalexandregangorra.blogspot.com.br/2015/12/pernambuco-revolucoes-e-perdas.html

25 de fev. de 2017

PARA REFLETIR....

Boa tarde...
Um colega colocou recentemente no facebook a seguinte frase: "Tem coisas que não vou entender nunca"....
Então eu lhe respondi o seguinte:
Eu também não entendo algumas coisas das quais apenas citarei duas como exemplos:
1) Por que no Brasil nossos impostos têm que bancar festa "culturais populares" tais como o Carnaval que promovem orgias, bebedeiras, drogas ilícitas e que só fazem aumentar as estatísticas de acidentes com ou sem óbito, gravidez indesejada que depois será abortada, aumento de contaminação com doenças sexualmente transmissíveis e gastos públicos com os doentes (em PE sem ser no período de Carnaval a cada 6 horas uma pessoa é infectada com HIV), aumento do número de homicídios, etc, podendo esse dinheiro que inclusive também é pago "aos artistas" serem usados em outras coisas que um Município e Estado precisam muitíssimo (saúde, educação, segurança pública, construção de moradias, saneamento básico, acessibilidade e mobilidade, etc)?
2) Por que no Brasil um político depois que morre ele e sua família deixam de ser alvo de investigação na justiça e assim os bens e dinheiro que obtiveram de forma ilícita continuarão com seus familiares e laranjas e a nação não receberá jamais a restituição desse dinheiro e bens?
Sabe, infelizmente nações como o Brasil vivem hoje um caos civilizatório muito parecido com o que ocorreu com a nação de Israel no passado e, por isso mesmo o próprio Deus certa vez disse ao Profeta Isaías (que também pertencia à nobreza em Israel) algo que se aplica também nos dias de hoje ao Brasil, pois o retrato é o mesmo:
"Mas este é um povo roubado e saqueado; todos estão enlaçados em cavernas, e escondidos em cárceres; são postos por presa, e ninguém há que os livre; por despojo, e ninguém diz: Restitui" (Isaías 42). 
Eis aí a diferença entre uma nação cujo povo sabe ou não sabe e tem ou não tem consciência do que é cidadania, que sabe votar escolhendo bem seus representantes, que sabe exigir os seus direitos colocando as coisas em seu devido lugar, etc...

22 de jan. de 2017

PARA REFLETIR....


https://youtu.be/uOMc8YtD3lg


 https://youtu.be/v1LGwcqQgMA


https://youtu.be/5eueJp4m4IM






China usa ‘Guerra das Drogas’ para desestabilizar EUA
O papel da China é o de facilitador das atividades do crime organizado no México e na América Latina

Por trás das remessas ilegais de drogas para os Estados Unidos e dos violentos cartéis narcoterroristas da América Latina, existe a mão do regime chinês. Para esses grupos, o Partido Comunista Chinês tornou-se a principal fonte para compra de drogas sintéticas e precursores de drogas como a metanfetamina, assim como um dos principais fornecedores das armas usadas por aqueles que atuam nesse ramo. 
Essas drogas não causam estragos somente aos corpos e mentes dos usuários, mas a toda sua família e comunidade. Muitos desses usuários adquirem algum tipo de comportamento psicótico com sequelas de longo prazo ou permanentes ou acabam sofrendo “overdose”, o que ocasiona sua morte.
Existem mais de 150 empresas químicas chinesas registradas que vendem a droga alpha-PVP, também conhecida como “Flakka”, de acordo com o New York Times. Flakka tem substituído a cocaína no estado da Flórida, Estados Unidos. Pelo menos 18 pessoas morreram devido à sua utilização, além de gerar numerosas detenções desnecessárias no estado, segundo a polícia local.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos em 2012 revelou que existe cerca de 1,2 milhão de usuários de metanfetamina nos Estados Unidos, segundo o Instituto Nacional de Abuso de Drogas (National Institute on Drug Abuse – NIDA). 
Os efeitos colaterais dessa droga incluem ansiedade significativa, comportamento violento e sintomas psicóticos que, por vezes, duram longo tempo.
A metanfetamina, assim como muitas outras drogas sintéticas, tem uma característica fundamental em comum: sua produção, matéria-prima ou precursores químicos são originários da China; e o Regime Chinês tem demonstrado pouco interesse em ajudar a conter esse negócio.
“O papel da China é o de facilitador das atividades do crime organizado no México e na América Latina”, disse o Dr. Robert J. Bunker, professor e pesquisador adjunto da Escola de Guerra do Exército dos Estados Unidos, em entrevista ao Epoch Times.
O Partido Comunista Chinês (PCC) tem conseguido viabilizar negócios legítimos assim como abastecer o submundo da América Latina, de acordo com Bunker. “Combine as relações do PCC com regimes pares na região, por exemplo a Venezuela, suas interações com o Hezbollah e os agentes iranianos… e vamos acabar com a cena do bar do filme Guerra nas Estrelas”, disse Bunker.
Na famosa cena do bar (Guerra nas Estrelas – Episódio IV: Uma Nova Esperança, 1977), o personagem Obi-Wan Kenobi diz: “você nunca encontrará um local tão miserável como esse, repleto de escória e vilania”.
Segundo Bunker, criou-se uma situação onde o Regime Chinês “através do seu considerável número de funcionários corruptos – muitos deles ligados ao crime organizado -, basicamente, visando o lucro pessoal, vendem qualquer tipo de coisa ou fornecem qualquer tipo de serviço como: armas, drogas, precursores químicos, produtos piratas, jogos de azar e lavagem de dinheiro.”
A Guerra contra a “Guerra das Drogas”
Há mais na “Guerra das Drogas” do que os olhos podem ver. “Atualmente, o Regime Chinês articula o uso de um amplo espectro de táticas de guerra contra seus adversários, incluindo os Estados Unidos”, de acordo com relatório do Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA, publicado em 13 de outubro de 2014.
A “Guerra das Drogas” é um pedaço do “amplo espectro de guerra chinês”, afirma o relatório, que aponta essa tática militar como sendo parte de uma ampla estratégia para “desestabilizar o inimigo.” Essa tática fica sob o guarda-chuva da “guerra cultural”, uma estratégia de guerra não convencional destinada a destruir a moral da sociedade, desestabilizando a ordem social e, assim, enfraquecer a nação.
Para os regimes comunistas, incluindo o PCC, o uso da “Guerra das Drogas” contra os seus adversários não é novidade. No livro “Cocaína Vermelha” (Red Cocaine) – última atualização em 1999 -, o ex-diretor da CIA para Inteligência, Joseph D. Douglass, detalhou a história dessa tática.
Em seu livro, Douglass expõe que os regimes comunistas “utilizam os narcóticos há várias décadas como uma arma decisiva na constante guerra de baixo nível travada contra a civilização ocidental”. Ele acrescenta: “Durante os cinco últimos anos da década de 1980, por exemplo, dados e testemunhas ligaram quase todos os países comunistas ao tráfico de drogas.”
A estratégia da “guerra cultural” foi amplamente exposta por funcionários de alto nível desertores da ex-União Soviética – incluindo o desertor Tcheco, Gen. Jan Sejna. Essa estratégia também foi utilizada na era Stálin, detalhada no “O Manual Comunista de Instruções para Guerra Psicopolítica”. Esse documento pode ser encontrado sob domínio público atualmente.
A “Guerra das Drogas” também foi utilizada pelos britânicos durante as “Guerras do Ópio” contra a China no século 19, o que levou a nação a ceder o controle de Hong Kong aos britânicos em 1841, e mais tarde ajudou no colapso da dinastia Qing em 1912.
Para Mao Tse-tung, um dos fundadores do Partido Comunista Chinês, o ópio foi uma arma que ajudou o PCC a estabelecer o controle sobre a população chinesa. Douglass escreveu que, em 1928, Mao instruiu um de seus subordinados, Tan Chen-lin, para “começar a cultivar ópio em grande escala.” Essa ação visava gerar recursos ao PCC, entorpecer a população e envenenar os estados rivais não-comunistas.
Após o PCC estabelecer seu controle sobre a China, Douglass escreveu, “a produção de ópio foi nacionalizada e o tráfico de entorpecentes, direcionado contra os Estados não-comunistas, tornou-se política de Estado do novo regime comunista.”
Essa “política de Estado” ainda está em vigor, mesmo sendo exposta desde 1951 pelo Japão e os Estados Unidos. Mas hoje, a “Guerra das Drogas”, que no passado era realizada nos bastidores, agora é abertamente reconhecida e utilizada.
Alimentando a epidemia
A China é o principal fornecedor de precursores químicos para os cartéis de drogas, incluindo a efedrina e a pseudoefedrina, substâncias utilizadas para produção da metanfetamina. Outras drogas sintéticas podem ser encomendadas diretamente de laboratórios chineses. A maioria das drogas sintéticas são difíceis de ser categorizadas ou reguladas, porque os laboratórios chineses mudam sua composição química para se esquivar das regulamentações norte-americanas, assim tornando as substâncias legais para compra.
O uso e dependência da metanfetamina e outras drogas sintéticas está crescendo nos Estados Unidos, uma vez que são muitas vezes mais baratas, fáceis de encontrar e possuem efeitos similares das drogas não-sintéticas. Existem clones sintéticos de quase todas as drogas ilegais não-sintética disponíveis no mercado.
Historicamente, o Partido Comunista Chinês já prendeu grupos ligados à produção e ao tráfico de drogas na China, de acordo com rede PBS, entretanto as drogas produzidas para exportações ainda estão sendo “fabricadas livremente.”
A política do PCC para o desenvolvimento de precursores químicos permitiu que a produção de drogas ilegais prosperasse fora da China. Os cartéis mexicanos produzem cerca de 90% da metanfetamina utilizada nos Estados Unidos, e 80% dessa metanfetamina é produzida usando químicos oriundos da China, de acordo com o Departamento de Combate às Drogas dos EUA (Drug Enforcement Administration – DEA).
“A China tornou-se o principal fornecedor dos traficantes mexicanos devido às frouxas regulamentações sobre a fabricação de produtos químicos e exportação dos mesmos”, segundo oficial do DEA ao site Stars and Stripes, que tem foco na comunidade militar dos EUA.
Os traficantes produzem a metanfetamina usando até 30 produtos químicos, que na maioria dos países são produzidos sob regulamentações restritas, como nos Estados Unidos. Entretanto, na China, comparativamente, apenas uma das 30 substâncias químicas é regulamentada, de acordo com o site Stars and Stripes.
O México tem tentado trabalhar com o regime chinês para conter o fluxo de químicos que abastecem o narcotráfico no país, mas o PCC disse que o país deve lidar com esse problema sozinho. Jorge Guajardo, ex-embaixador do México na China, disse ao The New York Times que “Em todo o meu tempo lá, os chineses nunca mostraram qualquer disponibilidade para cooperar em conter o fluxo de precursores para o México.”
O comentarista político brasileiro e autor de “O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial“, Dr. Heitor De Paola, disse em entrevista ao Epoch Times que não apenas o Partido Comunista Chinês, mas assim como outros grupos comunistas na região utilizam-se da tática da “Guerra das Drogas”.
Segundo Heitor, essa prática é usada por alguns líderes nacionais que fazem parte do Foro de São Paulo – aliança comunista latino-americana -, bem como por grupos narcoterroristas, como as FARC (Forças Armadas Revolucionárias Colômbia) e movimentos sociais de extrema-esquerda que possuem vínculos com organizações de guerrilha.
As drogas são usadas, ele disse, “como uma forma de estimular a dependência entre os jovens dos países que são alvo de penetração”, sendo ferramentas para conquistar os objetivos políticos do Foro de São Paulo. Alguns dos grupos, como as FARC, também trocam drogas por armas, acrescenta Heitor.
A origem das armas ilegais
O apoio do PCC aos traficantes latino-americanos, no entanto, não termina apenas com o fornecimento de drogas sintéticas e precursores químicos.
A principal fonte de armas de fogo ilegais no México também são oriundas da China, comercializadas “através do mercado negro”, de acordo com relatório do Dr. R. Evan Ellis, professor associado para Estudos de Segurança Nacional no Centro de Estudos de Defesa Hemisférica dos EUA.
Ellis afirma que as armas chineses são frequentemente contrabandeadas para o México via Estados Unidos. Seu comentário é apoiado por Luis Villegas Meléndez, comandante militar mexicano, que afirmou em 2008 que as armas chinesas e russas estavam sendo contrabandeadas através da fronteira dos EUA em Tamaulipas, México.
“Granadas de fabricação chinesa e outros itens militares foram apreendidos em Puebla e em outras regiões no México”, disse Ellis. Entretanto, ele acrescenta, que ainda não está claro se os cartéis de droga estão comprando armamentos de grupos criminosos chineses ou diretamente de empresas bélicas na China.
Os cartéis de drogas mexicanos não são os únicos destinatários das armas chinesas, de acordo com relatório da Comissão de Análise Econômica e de Segurança EUA-China.
O PCC fornece armas, direta e indiretamente, a grupos que estão “isoladas por razões políticas”, aponta o relatório. Entre os destinatários das armas chinesas na América Latina estão os governos de Cuba e Venezuela, e a organização terrorista FARC, na Colômbia.
A proliferação das armas chinesas na região é um tanto problemática. O relatório afirma que “se considerada toda a região, o grau de atuação das empresas chinesas – como a da indústria estatal bélica Norinco -, para combater o desvio de seus produtos bélicos ao mercado negro não é claro.”
O PCC tem repelido as acusações, alegando que a venda de armas a organizações narcoterroristas é “ilegal sob a lei chinesa”, mas como observa o relatório, esta alegação é pouco mais do que um discurso político.
“Através de meios descritos pelo governo chinês como legítimos”, afirma o relatório, recentemente, armas de fabricação chinesa encontraram um caminho para chegar às mãos de grupos narcoterroristas na Colômbia e no Sudão do Sul.
Roger J. Chin, estudante de doutorado na Universidade Claremont Graduate disse que as organizações criminosas estão explorando a natureza da globalização, e a questão já não é apenas um problema regional, mas algo global “com implicações diretas sobre a segurança nacional.”
Robert Bunker disse que a situação na América Latina revela o pensamento chinês por trás dos negócios na região. “O narcoterrorismo na América Latina é sustentado como resultado das políticas chinesas”, disse ele, “e a resposta da China é ‘que assim seja.'”

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/china-usa-guerra-drogas-desestabilizar-eua/#.WIzUVbmupfY

Realmente a sociedade brasileira vive uma inversão mesmo de valores! 
 

Fonte: https://www.epochtimes.com.br/china-usa-guerra-drogas-desestabilizar-eua/#.WIzUVbmupfY

Realmente a sociedade brasileira vive uma inversão mesmo de valores! 
Não que eu seja à favor de que se mate presidiários, mas sim que os presos trabalhem dentro das cadeias como parte do seu processo educativo de ressocialização e, trabalhe inclusive para sustentar suas famílias e também as famílias das pessoas que eles prejudicaram! 
Cadê que os Direitos Humanos defende o direito de quem é cidadão de bem? 
Cadê que os Direitos Humanos fazem campanha contra o aborto quando a própria Carta de Direitos Humanos diz em seu artigo n. 3  que "Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal"?????