CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS

22 de dez de 2012

BOAS FESTAS...


Boas Festas e que 2013 continue repleto de saúde, paz, sucesso, prosperidade e agradáveis surpresas para todos(as) nós. 


8 de dez de 2012

PAÍSES MENOS E MAIS CORRUPTOS-RELATÓRIO TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL-2012



OS GOVERNOS DEVEM PRIORIZAR A LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO

Olhando para os Índices de Percepção da Corrupção 2012, é claro que a corrupção é a maior ameaça que a humanidade enfrenta. Corrupção destrói vidas e comunidades, e prejudica países e instituições. Ele gera ira popular que ameaça desestabilizar ainda mais as sociedades e exacerbar os conflitos violentos.
Percepções da Corrupção Índice pontuações países em uma escala de 0 (muito corrupto) a 100 (muito limpos). Embora nenhum país tem uma pontuação perfeita, dois terços dos países pontuação abaixo de 50, indicando um problema de corrupção grave.
Traduz corrupção, para o sofrimento humano, com famílias pobres sendo extorquido por subornos para ver os médicos ou para ter acesso a água potável. Isso leva a falha na prestação de serviços básicos, como educação ou saúde. Ele desvia a construção de infra-estruturas essenciais, como líderes corruptos desnatado fundos.
Corrupção equivale a um imposto sujo, e os pobres e mais vulneráveis ​​são as suas principais vítimas.
Então, como podemos combater os efeitos da corrupção no sector público?
Os governos precisam integrar as ações de combate à corrupção em todos os aspectos da tomada de decisão. Eles devem priorizar as regras melhores no lobby e financiamento político, tornar os gastos públicos e contratação de mais transparente, e fazer os órgãos públicos mais responsáveis.
Depois de um ano com um enfoque global sobre a corrupção, que se espera mais governos a tomar uma posição mais dura contra o abuso de poder. Percepções da Corrupção resultados do Índice demonstram que há ainda muitas sociedades e governos que precisam dar uma maior prioridade a esta questão.
O Índice de Percepção da Corrupção classifica os países e territórios com base em quão corrupto seu setor público é percebido como. A pontuação de um país ou território indica o nível de percepção de corrupção no sector público em uma escala de 0 - 100, onde 0 significa que um país é percebido como meio altamente corruptos e 100, é percebida como muito limpos. Classificação de um país indica a sua posição em relação aos outros países e territórios incluídos no índice. Índice deste ano inclui 176 países e territórios.

OBS: Em amarelo os Países menos corruptos.
Fonte: http://www.transparency.org/cpi2012/results

5 de dez de 2012

COMO SEMPRE, ATRÁS DE TODA CRISE ECONÔMICA EXISTE A MÃO DA CORRUPÇÃO SOCIAL, POLÍTICA, ADMINISTRATIVA, ECONÔMICA E FINANCEIRA...


BERLIM, 05 dez 2012 (AFP) - A corrupção continua fazendo estragos no mundo e prejudica, em particular, os países mais atingidos pela crise na Eurozona, como Grécia e Itália, cuja classificação na lista se deteriora, indica a Transparência Internacional em seu relatório anual publicado nesta quarta-feira. Na América Latina, os países mais virtuosos são Chile e Uruguai, que compartilham a 20ª posição com uma nota de 70 pontos em 100, e o mais corrupto é a Venezuela, situado na 165ª posição com 19 pontos, na frente apenas de Iraque, Uzbequistão, Somália e Afeganistão. A Transparência Internacional constata que "a corrupção continua fazendo estragos nas sociedades em todo o mundo" e aponta expressamente para os países mais afetados da Eurozona pela crise econômica e financeira, pelo nível "decepcionante" de corrupção, segundo o comunicado. A Transparência Internacional analisa a corrupção em 174 países e lhes concede uma nota que vai de 0 a 100, dependendo da percepção de corrupção. Na Europa, neste ano, Itália e Grécia aparecem, respectivamente, nas posições 72 e 94 da lista, com 42 e 36 pontos, três e 14 posições a menos que no relatório anterior da Transparência. O nível de percepção da corrupção na Itália é similar ao da Tunísia (41 pontos), enquanto o da Grécia é igual ao da Colômbia. Entre os países afetados pela crise da dívida, Irlanda (25ª), Espanha (30ª) e Portugal (33ª) obtêm resultados superiores a 60. Menos afetados pela crise, Alemanha e França estão classificados na 13ª e 22ª posição, respectivamente, com notas superiores a 70. Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia compartilham o primeiro lugar de países mais virtuosos, com resultados de 90 pontos. Japão e Reino Unido aparecem na 17ª posição, na frente dos Estados Unidos (19ª).Os resultados da maioria dos países da "primavera árabe" são inferiores ou levemente superiores a 40. Afeganistão, Coreia do Norte e Somália compartilham a última posição com notas de 8 pontos. A Rússia (133ª), com uma nota de 28, continua sendo um dos países mais corruptos do mundo, segundo a Transparência, mas voltou a melhorar sua posição, subindo 10 posições desde o último relatório. Para realizar esta lista, que reflete apenas a percepção da corrupção, a ONG se baseia em dados recolhidos por 13 instituições internacionais, entre elas o Banco Mundial, os bancos asiático e africano de desenvolvimento ou o Fórum Econômico Mundial. 
Fonte: Terra Notícias

7 de nov de 2012

NOVO FEDERALISMO-1 (FEDERALISMO. QUE FEDERALISMO?)


Por Gustavo Krause

O governo federal abusou de dar boa noite com o chapéu alheio. Usou o IPI para turbinar o consumo de automóveis e encher a burra de toda cadeia produtiva. Em contrapartida, enfartou o trânsito nas cidades, engordou a inadimplência do consumidor ávido e, o que é mais grave, reduziu significativamente o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e, de modo mais agudo, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Todo mundo sabe que o governo federal (e, para ser justo, a distorção vem de longe), para evitar perda de receita, criou as contribuições sociais que não alimentam os mencionados fundos, restritos à parte da arrecadação do IPI e do IR.

Em boa hora, o governador de Pernambuco reagiu e interpretou o sentimento generalizado dos prefeitos que sentiram soco no estômago, melhor dizendo, no bolso que, segundo o pragmatismo anatômico, é a parte mais sensível do corpo humano.

Sua Excelência defende um novo pacto federativo. Ora, Federação etimologicamente já significa pacto e, na origem do caso brasileiro, nunca houve este pacto. O que há é um nominalismo oco, inscrito nas constituições brasileiras desde a de 1891. E no caso do federalismo, nossos constituintes de 91 fizeram nascer os Estados Unidos do Brasil, uma cópia tosca e desbotada da sólida federação dos Estados Unidos da América.

Desta forma, o governador de Pernambuco coloca na agenda nacional um tema que, espero, transcenda o federalismo fiscal e estimule o debate mais amplo, complexo e conflituoso sobre o federalismo político.    

A propósito, o tema me faz recordar uma exposição que fiz, no exercício do mandato de deputado federal (1992), sobre a conjuntura brasileira para uma comitiva de deputados americanos. Na ocasião, parti de uma premissa pouco usual, ao propor que os colegas arquivassem os instrumentos convencionais de análise porque o Brasil era um país que funcionava sem moeda, orçamento e federação, três pilares de qualquer sociedade razoavelmente civilizada.

Antes que o espanto e a incredulidade tomasse conta da comitiva passei a explicar que no lugar da moeda existia uma cumplicidade aritmética entre os agentes econômicos garantida pelos índices de correção monetária por conta de uma inflação crônica e crescente (não sei se entenderam): o orçamento era uma lei meramente autorizativa (lei autorizativa?),  uma peça de ficção, um espaço de tramoia e escândalos recorrentes; e o federalismo, bom, aí estava eu diante de cidadãos cuja história e cultura política deram origem e fizeram funcionar o federalismo moderno  que é o mais notável resultado da Convenção Federal.

De fato, o federalismo americano nasceu de baixo para cima: um pacto entre entidades que partiram de uma confederação, como está escrito na Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776), para um pacto federativo estabelecido pela Constituição (1787), somente ratificada em 1788, merecendo destaque o amplo debate que deu origem à notável obra O federalista (textos de Hamilton, Madison e Jay).

Por outro lado, é importante não esquecer que a cruenta guerra de secessão (1861\65) representou um grave risco de fragmentação que, segundo Lincoln, ao assumir a presidência, via na nação americana “uma casa dividida”. Terminou por fortalecer o ideal federalista frente ao risco confederado.

Além de ter nascido de baixo para cima, a federação americana resulta de um movimento de centralização de poder suficiente para manter o equilíbrio entre forças centrifugas e centrípetas que ameacem a integridade nacional.

No caso brasileiro, ocorre o inverso: o federalismo nasceu de cima para baixo associado a um precário processo descentralizador. Ademais, a história e a cultura política não ajudam o aperfeiçoamento do federalismo político: o império unitário e os ciclos centralizadores do autoritarismo político desequilibraram as relações entre os entes federados; a relação clientelista entre o governo central, os estados-membros e os municípios, é uma força que atua na manutenção de conveniente dependência.

O pires na mão é a triste imagem que ratifica a frase do ex-governador Joaquim Francisco de que não existe liso brabo. Ainda assim, vale a pena lutar.

Fonte: Blog do Jamildo

5 de nov de 2012

ENQUETE: O NOVO FEDERALISMO BRASILEIRO.

Boa Tarde, Leitores(as):

Ao lado encontra-se uma enquete que lhe convidamos para participar e responder sobre a questão de um novo pacto federalista brasileiro. 
Você é contra, à favor, não tem opinião a respeito da necessidade de um novo federalismo brasileiro ou acha que o tema precisa ser mais debatido nacionalmente? 
A enquete ficará online até o dia 31 de Março de 2013. 
Convidamos vocês a participarem!
Você também poderá acrescentar nesta postagem abaixo comentários a respeito deste tema que voltou a ser debate nacional nestes últimos dias ou então postar neste blog (caso seja autor) suas opiniões (ou textos de terceiros) sobre o tema ou então enviar para o e-mail deste blog (sociologiabr@gmail.com) seus comentários ou textos sobre o tema.
Para votar basta clicar em votar ou alterar o seu voto na janela ao lado.
Aguardamos a sua participação...

29 de out de 2012

PT E PSB TÊM MAIS PREFEITURAS E ELEITORES E O PMDB RECUA...


Por Daniel Bramatti, José Roberto de Toledo, Amanda Rossi, Diego Rabatoni e Vitor Baptista  

No balanço final da eleição de 2012, o PT e o PSB foram os partidos que mais ampliaram o número de prefeituras conquistadas e o contingente de eleitores a governar em relação a 2008. O PSD, em sua primeira disputa, obteve um lugar entre os maiores partidos, mas terá pouca influência nas cidades grandes.
O PMDB encolheu tanto em número de prefeituras quanto de eleitores. O PSDB elegeu menos prefeitos, mas praticamente manteve sua fatia do eleitorado. E o DEM manteve sua tendência de definhamento.
Principal vencedor da eleição, o PT conquistou prefeituras que, somadas, concentram 20% do eleitorado. Em 2008, as cidades petistas abrigavam 17% dos eleitores do País. Sem o triunfo em São Paulo, o partido teria até recuado no quesito eleitorado governado - sozinha, a capital paulista abriga pouco mais de 6% dos brasileiros com direito a voto.
Primeiros colocados no ranking do eleitorado, os petistas ficaram em terceiro no número de prefeitos eleitos, com 635. O fato revela que o PT ainda tem dificuldades para conquistar as pequenas cidades, seara na qual o PMDB é a legenda mais forte.
O PT elegeu quatro prefeitos de capitais neste ano, menos do que em 2008 (seis) e 2004 (nove), mas ampliou seu espaço no conjunto dos 83 municípios com mais de 200 mil eleitores, o chamado clube do 2.º turno. Nesse grupo, os petistas vão governar 30% do eleitorado - porcentual acima de sua média nacional.
Não se pode dizer que o PMDB teve um resultado ruim nesta eleição - afinal, manteve o primeiro lugar no ranking dos prefeitos eleitos, com 1.025, e só ficou atrás do PT no do eleitorado a governar (17%). Mas o partido se saiu pior do que há quatro anos.
O principal recuo dos peemedebistas ocorreu no clube do 2.º turno. Em 2008, no grupo das cidades com mais de 200 mil eleitores, a legenda venceu em municípios que abrigavam 26% do eleitorado nacional. Agora, sua participação vai cair para 14%.
Destaque no 1.º turno, com a conquista de duas capitais de grande peso político - Belo Horizonte e Recife -, o PSB chega ao final da disputa com saldo positivo sob todos os aspectos, principalmente no número de eleitores a governar.
O partido presidido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos - já citado como possível candidato a presidente em 2014 -, deve governar cerca de 11% do eleitorado a partir da posse dos novos prefeitos, em 2013. É um salto em relação ao porcentual obtido em 2008: 6%. Em número de prefeitos, o PSB avançou de 310 para 440.
Em termos comparativos, o DEM terá neste ano o pior desempenho de sua história. Vai eleger prefeitos que comandarão 5% do eleitorado, menos da metade que obteve há quatro anos. Mas 2008 foi um ano atípico para o DEM - o partido conquistou na época a capital paulista, com a reeleição de Gilberto Kassab.
O mesmo Kassab desestruturou as bases municipais do DEM ao criar o PSD, no ano passado, e atrair centenas de políticos de seu antigo partido. A nova legenda elegeu 278 prefeitos e governará 6% do eleitorado. No grupo das 83 maiores cidades, porém, sua influência será menor: governará apenas 3% dos eleitores. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estadão/Yahoo



9 de out de 2012

VEREADORES(AS) ELEITOS EM RECIFE-2012


 André Ferreira (PMDB) – 15.774
 Antônio Luiz Neto (PTB) – 13.833
 Priscila Krause (DEM) – 13-386
 Estefano Menudo (PSB) – 12.012
 Raul Jungmann (PPS) – 11.873
 Professor Jairo Brito (PT) – 11.233
 Maguari (PSB) – 10.806
 Missionária Michele Collins (PP) – 10-589
 Luiz Eustáquio (PT) – 9.928
 Irmã Aimée (PSB) – 9.916
 Felipe Francismar (PSB) – 9.788
 Jurandir Liberal (PT) – 9.113
 Carlos Gueiros (PTB) – 8.949
 Osmar Ricardo (PT) – 8.714
 Almir Fernando (PCdoB) – 8.522
 Marilia Arraes (PSB) – 8.481
 Isabella de Roldão (PDT) – 8.480
 Augusto Carreiras (PV) – 8.376
 Eduardo Marques (PTB) – 8.234
 Eriberto Rafael (PTC) – 7.952
 Alfredo Santana (PRB) – 7.854
 Vicente (PSB) – 7.823
 Dr. Rogério Lucca (PSL) – 7.597
 André Regis (PSDB) – 7.273
 Henrique Leite (PT) – 7.271
 Aline Mariano (PSDB) – 6.948
 Gilberto Alves (PTN) – 6.015
 Marco Aurélio Meu Amigo (PTC) – 5.999
 Jadeval de Lima (PTN) – 5.784
 Eurico Freire (PV) 5.733
 Rodrigo Vidal (PDT) – 5.441
 Edmar de Oliveira (PHS) – 5.352
 Marcos Di Bria (PTdoB) – 5.350
 Aderaldo Pinto (PRTB) – 5.203
 Eri (PTC) – 4.902
 Aerto Luna (PRP) – 4746
 Davi Muniz (PHS) – 4.739
 Wilton Brito (PHS) – 4.518
 Eduardo Chera (PTN) – 4.205

OBS: Vale salientar que dos 37 vereadores(as) eleitos, 24 (64,87%) pertencem à base da coligação PSB com outros partidos (Frente Popular) que elegeu Geraldo Júlio. Configura-se assim o que em rodas íntimas de amigos, colegas de trabalho e familiares a minha pessoa analisava: mesmo que Geraldo Júlio não vencesse, quem ganhasse para Prefeito em Recife teria que dialogar e negociar com a coligação e propostas da Frente Popular tendo em vista que a maior parte dos(as) vereadores(as) eleitos seria desta coligação.


23 de set de 2012

GOVERNO BRASILEIRO ESTUDA FLEXIBILIZAR LEIS TRABALHISTAS


Como parte da agenda para aumentar a competitividade da economia, a presidente Dilma Rousseff ensaia entrar num terreno pantanoso para um governo do PT: a flexibilização das normas trabalhistas. A Casa Civil analisa proposta de projeto de lei pelo qual trabalhadores e empresas poderão firmar acordos com normas diferentes das atuais, baseadas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), em vigor há 69 anos.
Na prática, o projeto permite que os salários e a jornada de trabalho sejam reduzidos de forma temporária em caso de dificuldades econômicas. Ele abre caminho também para a utilização mais ampla do banco de horas, pelo qual os trabalhadores cumprem horas extras sem receber adicional, e compensam o tempo trabalhado a mais com folgas.
Os acordos entre empregados e empresas seriam firmados por meio do Comitê Sindical de Empresa (CSE), segundo prevê o projeto de lei. As normas à margem da CLT comporiam um acordo coletivo de trabalho. Empresas que concordarem em reconhecer no CSE seu interlocutor e os sindicatos que aceitarem transferir ao comitê o poder sindical terão de obter uma certificação do governo.
O papel dos sindicatos, nesse sistema, seria o de atuar nas empresas que optarem por continuar sob o "modelo CLT". Eles também selariam com as entidades patronais as convenções coletivas - por meio das quais empregados e patrões definem, anualmente, aumentos salariais. Todos os membros do CSE terão de ser sindicalizados.
A proposta em análise foi elaborada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, baseada no modelo alemão e foi entregue ao ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Recentemente, a Casa Civil, que auxilia Dilma na elaboração de normas legais, pediu para analisar o projeto. Mas ainda não está certo se o governo adotará o projeto como seu e o enviará ao Congresso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estadão / MSN

Comentário: Na Europa a redução da jornada de trabalho já é uma realidade há bastante tempo. Inclusive outros benefícios como licença prêmio também existem. Por exemplo, existem Países na Europa onde para cada dez anos de trabalho, o trabalhador ganha 11 meses de licença prêmio a qual juntando com as férias totalizam um período de um ano de repouso. Para gerar mais empregos, não basta apenas reduzir impostos sendo, portanto, a redução da jornada de trabalho significativamente importante para gerar mais empregos, desde que não venha acompanhada de redução salarial.

22 de set de 2012

RETIRANDO DO BAÚ-12: PAULO FREIRE...

 

Foto de Paulo Freire e Escultura de Paulo Freire em Estocolmo, Suécia. Paulo Freire (segundo da esquerda para a direita) aparece ao lado de outras seis personalidades internacionais, entre elas Pablo Neruda e Mao Tsé-Tung.

Paulo Reglus Neves Freire (Recife, 19 de setembro de 1921  São Paulo, 2 de maio de1997) foi um educador e filósofo brasileiro. É Patrono da Educação Brasileira.
Paulo Freire é considerado um dos pensadores mais notáveis na história da Pedagogia mundial,[1] tendo influenciado o movimento chamado pedagogia crítica. A sua prática didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o objeto de estudo fazendo uso de uma prática dialética com a realidade, em contraposição à por ele denominada educação bancária, tecnicista e alienante: o educando criaria sua própria educação, fazendo ele próprio o caminho, e não seguindo um já previamente construído; libertando-se de chavões alienantes, o educando seguiria e criaria o rumo do seu aprendizado.
Destacou-se por seu trabalho na área da educação popular, voltada tanto para a escolarização como para a formação da consciência política. Autor de Pedagogia do Oprimido, um método de alfabetização dialético, se diferenciou do "vanguardismo" dos intelectuais de esquerda tradicionais e sempre defendeu o diálogo com as pessoas simples, não só como método, mas como um modo de ser realmente democrático.
Em 13 de abril de 2012, foi sancionada a lei 12.612 que declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.[2]
Foi o brasileiro mais homenageado da história: ganhou 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford.[3][4][5]
[editar]Biografia
Paulo Freire nasceu em 19 de setembro de 1921 em Recife. Filho de Joaquim Temístocles Freire, capitão da Polícia Militar de Pernambuco e de Edeltrudes Neves Freire, Dona Tudinha, Paulo teve uma irmã, Stela, e dois irmãos, Armando e Temístocles.
A irmã Stela foi professora primária do Estado. Armando, funcionário da Prefeitura da Cidade do Recife, abandonou os estudos aos 18 anos, não chegou a concluir o curso ginasial. Temístocles entrou para o Exército. Aos dois, Paulo agradece emocionado, em uma de suas entrevistas a Edson Passetti, pois começaram a trabalhar muito jovens, para ajudar na manutenção da casa e possibilitar que Paulo continuasse estudando.
Sua família fazia parte da classe média, mas Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância durante a depressão de 1929, uma experiência que o levaria a se preocupar com os mais pobres e o ajudaria a construir seu revolucionário método de alfabetização. Por seu empenho em ensinar os mais pobres, Paulo Freire tornou-se uma inspiração para gerações de professores, especialmente na América Latina e na África.
O talento como escritor o ajudou a conquistar um amplo público de pedagogos, cientistas sociais, teólogos e militantes políticos, quase sempre ligados a partidos de esquerda.
A partir de suas primeiras experiências no Rio Grande do Norte, em 1963, quando ensinou 300 adultos a ler e a escrever em 45 dias, Paulo Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, adotado primeiramente em Pernambuco. Seu projeto educacional estava vinculado ao nacionalismo desenvolvimentista do governo João Goulart.
[editar]Primeiros trabalhos

Freire entrou para a Universidade do Recife em 1943, para cursar a Faculdade de Direito, mas também se dedicou aos estudos de filosofia da linguagem. Apesar disso, nunca exerceu a profissão, e preferiu trabalhar como professor numa escola de segundo grau lecionando língua portuguesa. Em 1944, casou com Elza Maia Costa de Oliveira, uma colega de trabalho.
Em 1946, Freire foi indicado ao cargo de diretor do Departamento de Educação e Cultura do Serviço Social no Estado de Pernambuco, onde iniciou o trabalho com analfabetos pobres.
Em 1961 tornou-se diretor do Departamento de Extensões Culturais da Universidade do Recife e, no mesmo ano [6], realizou junto com sua equipe as primeiras experiências de alfabetização popular que levariam à constituição do Método Paulo Freire. Seu grupo foi responsável pela alfabetização de 300 cortadores de cana em apenas 45 dias. Em resposta aos eficazes resultados, o governo brasileiro (que, sob o presidente João Goulart, empenhava-se na realização das reformas de base) aprovou a multiplicação dessas primeiras experiências num Plano Nacional de Alfabetização, que previa a formação de educadores em massa e a rápida implantação de 20 mil núcleos (os "círculos de cultura") pelo País.
Em 1964, meses depois de iniciada a implantação do Plano, o golpe militar extinguiu esse esforço. Freire foi encarcerado como traidor por 70 dias. Em seguida passou por um breve exílio na Bolívia e trabalhou no Chile por cinco anos para o Movimento de Reforma Agrária da Democracia Cristã e para a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Em 1967, durante o exílio chileno, publicou no Brasil seu primeiro livro, Educação como Prática da Liberdade, baseado fundamentalmente na tese Educação e Atualidade Brasileira, com a qual concorrera, em 1959, à cadeira de História e Filosofia da Educação na Escola de Belas Artes da Universidade do Recife.
O livro foi bem recebido, e Freire foi convidado para ser professor visitante da Universidade de Harvard em 1969. No ano anterior, ele havia concluído a redação de seu mais famoso livro, Pedagogia do Oprimido, que foi publicado em várias línguas como o espanhol, o inglês (em 1970) e até o hebraico (em 1981). Em razão da rixa política entre a ditadura militar e o socialismo cristão de Paulo Freire[carece de fontes], ele não foi publicado no Brasil até 1974, quando o general Geisel assumiu a presidência do país e iniciou o processo de abertura política.
Depois de um ano em Cambridge, Freire mudou-se para Genebra, na Suíça, trabalhando como consultor educacional do Conselho Mundial de Igrejas. Durante esse tempo, atuou como consultor em reforma educacional em colônias portuguesas na África, particularmente na Guiné-Bissau e em Moçambique.
Com a Anistia em 1979 Freire pôde retornar ao Brasil, mas só o fez em 1980. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores na cidade de São Paulo, e atuou como supervisor para o programa do partido para alfabetização de adultos de 1980 até 1986. Quando o PT venceu as eleições municipais paulistanas de 1988, iniciando-se a gestão de Luiza Erundina (1989-1993), Freire foi nomeado secretário de Educação da cidade de São Paulo. Exerceu esse cargo de 1989 a 1991. Dentre as marcas de sua passagem pela secretaria municipal de Educação está a criação do MOVA - Movimento de Alfabetização, um modelo de programa público de apoio a salas comunitárias de Educação de Jovens e Adultos que até hoje é adotado por numerosas prefeituras (majoritariamente petistas ou de outras orientações de esquerda) e outras instâncias de governo.
Em 1986, sua esposa Elza morreu. Dois anos depois, em 1988, o educador casou-se com a também pernambucana Ana Maria Araújo, conhecida pelo apelido "Nita", que além de conhecida desde a infância era sua orientanda no programa de mestrado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Em 1991 foi fundado em São Paulo o Instituto Paulo Freire, para estender e elaborar as idéias de Freire. O instituto mantém até hoje os arquivos do educador, além de realizar numerosas atividades relacionadas com o legado do pensador e a atuação em temas da educação brasileira e mundial.
Freire morreu de um ataque cardíaco em 2 de maio de 1997, às 6h 53, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, devido a complicações em uma operação de desobstrução de artérias.
O Estado Brasileiro, por meio do Ministério da Justiça, no Fórum Mundial de Educação Profissional de 2009, realizado em Brasília, fez o pedido de perdão post mortem à viúva e à família do educador, assumindo o pagamento de "reparação econômica"[4].
[editar]A Pedagogia da Libertação

Painel Paulo Freire no CEFORTEPE - Centro de Formação, Tecnologia e Pesquisa Educacional da Secretaria Municipal de Educação de Campinas-SP

Paulo Freire delineou uma Pedagogia da Libertação, intimamente relacionada com a visão marxista do Terceiro Mundo e das consideradas classes oprimidas na tentativa de elucidá-las e conscientizá-las politicamente. As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base (CEB).
No entanto, a obra de Paulo Freire não se limita a esses campos, tendo eventualmente alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, que incorpora o conceito básico de que não existe educação neutra. Segundo a visão de Freire, todo ato de educação é um ato político.
[editar]Obras
§  1959: Educação e atualidade brasileira. Recife: Universidade Federal do Recife, 139p. (tese de concurso público para a cadeira de História e Filosofia da Educação de Belas Artes de Pernambuco).
§  1961: A propósito de uma administração. Recife: Imprensa Universitária, 90p.
§  1963: Alfabetização e conscientização. Porto Alegre: Editora Emma.
§  1967: Educação como prática da liberdade. Introdução de Francisco C. Weffort. Rio de Janeiro: Paz e Terra, (19 ed., 1989, 150 p).
§  1968: Educação e conscientização: extencionismo rural. Cuernavaca (México): CIDOC/Cuaderno 25, 320 p.
§  1970: Pedagogia do oprimido. New York: Herder & Herder, 1970 (manuscrito em português de 1968). Publicado com Prefácio de Ernani Maria Fiori. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 218 p., (23 ed., 1994, 184 p.).
§  1971: Extensão ou comunicação?. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1971, 93 p.
§  1976: Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Tradução de Claudia Schilling, Buenos Aires: Tierra Nueva, 1975. Publicado também no Rio de Janeiro, Paz e terra, 149 p. (8. ed., 1987).
§  1977: Cartas à Guiné-Bissau. Registros de uma experiência em processo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, (4 ed., 1984), 173 p.
§  1978: Os cristãos e a libertação dos oprimidos. Lisboa: Edições BASE, 49 p.
§  1979: Consciência e história: a práxis educativa de Paulo Freire (antologia). São Paulo: Loyola.
§  1979: Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 112 p.
§  1979: Multinacionais e trabalhadores no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 226 p.
§  1980: Quatro cartas aos animadores e às animadoras culturais. República de São Tomé e Príncipe: Ministério da Educação e Desportos, São Tomé.
§  1980: Conscientização: teoria e prática da libertação; uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Moraes, 102 p.
§  1981: Ideologia e educação: reflexões sobre a não neutralidade da educação. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
§  1982: A importância do ato de ler (em três artigos que se completam). Prefácio de Antonio Joaquim Severino. São Paulo: Cortez/ Autores Associados. (26. ed., 1991). 96 p. (Coleção polêmica do nosso tempo).
§  1982: Sobre educação (Diálogos), Vol. 1. Rio de Janeiro: Paz e Terra ( 3 ed., 1984), 132 p. (Educação e comunicação, 9).
§  1982: Educação popular. Lins (SP): Todos Irmãos. 38 p.
§  1983: Cultura popular, educação popular.
§  1985: Por uma pedagogia da pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 3ª Edição
§  1986: Fazer escola conhecendo a vida. Papirus.
§  1987: Aprendendo com a própria história (com Sérgio Guimarães). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 168 p. (Educação e Comunicação; v.19).
§  1988: Na escola que fazemos: uma reflexão interdisciplinar em educação popular. Vozes.
§  1989: Que fazer: teoria e prática em educação popular. Vozes.
§  1990: Conversando com educadores. Montevideo (Uruguai): Roca Viva.
§  1990: Alfabetização - Leitura do mundo, leitura da palavra (com Donaldo Macedo). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 272 p.
§  1991: A educação na cidade. São Paulo: Cortez, 144 p.
§  1991: A Importância do Ato de Ler - em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez Editora & Autores Associados, 1991. (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo, v 4)- 80 p.
§  1992: Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra (3 ed. 1994), 245 p.
§  1993: Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho d'água. (6 ed. 1995), 127 p.
§  1993: Política e educação: ensaios. São Paulo: Cortez, 119 p.
§  1994: Cartas a Cristina. Prefácio de Adriano S. Nogueira; notas de Ana Maria Araújo Freire. São Paulo: Paz e Terra. 334 p.
§  1994: Essa escola chamada vida. São Paulo: Ática, 1985; 8ª edição.
§  1995: À sombra desta mangueira. São Paulo: Olho d'água, 120 p.
§  1995: Pedagogia: diálogo e conflito. São Paulo: Editora Cortez.
§  1996: Medo e ousadia. Prefácio de Ana Maria Saul; Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987; 5ª Edição.
§  1996: Pedagogia da Autonomia. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
§  2000: Pedagogia da indignação – cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 134 p.
§  2003: A África ensinando a gente (com Sérgio Guimarães). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 248 p.
[editar]Bibliografia sobre Paulo Freire
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§  SCHMIED-KOWARZIK, Wolfdietrich. "A dialética do diálogo libertador de Freire". In: Pedagogia dialética: de Aristóteles a Paulo Freire. São Paulo, Brasiliense, 1983, p. 68-80.
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TORRES, Rosa Maria. Educação Popular: um encontro com Paulo Freire. São Paulo: Loyola, 1987.


Comentário: Lembro-me de ter ouvido uma entrevista de Paulo Freire no rádio e num certo momento o entrevistador perguntou-lhe se era ateu. Paulo Freire então lhe respondeu: como posso ser ateu! Será que as pessoas ainda não perceberam e nem entenderam que toda a pedagogia e método Paulo Freire estão baseados na pedagogia e métodos utilizados por Jesus Cristo?